sábado, 27 de fevereiro de 2010

IV Rally Barretos on board


Lourival Roldan concluiu o livro de bordo que guiará os competidores na abertura do Brasileiro de Rally Cross Country. Pelo quarto ano consecutivo a etapa de abertura acontece em Barretos/SP.

A cada edição a equipe técnica apresenta novidades no percurso e segundo Eduardo Magalhães, responsável pelo levantamento, este ano a prova também contará com setores inéditos. “Procuramos sempre incluir algum trecho novo para os pilotos, porém, mantendo o rally dentro do mesmo quadrante para valorizar as comunidades que já aguardam ansiosas pelo evento. Os moradores estão muito motivados e colaborando com a segurança e o fechamento das estradas. Os competidores podem esperar muita torcida e festa no percurso e tem até casamento rural sendo adiado”, conta Magalhães.


Comparando o calor de Barretos ao enfrentado em Fiambalá, no último Dakar, Roldan alerta para a hidratação que será fundamental para boa performance na prova. Outro ponto que o diretor de prova dos carros destacou foi o preparo físico que será muito exigido em Barretos. Concluiu considerando o percurso desse ano o melhor de todas as edições anteriores e diz-se surpreso com a variedade de opções de traçado que a prova dispõe.

O IV Rally Barretos acontece de 12 a 14 de março e quem ainda não se inscreveu e pretende aproveitar os descontos nas inscrições deve ficar atento à tabela de prazos para pagamento. Acesse www.proesportebrasil.com.br e faça já sua inscrição.

O Rally Barretos é promovido pela Pró Esporte Brasil com supervisão da CBA, FASP, CBM e FPM. Uma realização da Prefeitura Municipal de Barretos com apoio de Os Independentes, ACIB, Kawasaki/Bike Box, Webventure e Colégio Plus COC. (Fonte: Pro Esporte Brasil)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Rondônia Racing retorna ao Brasil


O piloto Julio Bonache e o navegador Lourival Roldan chegaram esta semana ao País. Bastante abalados, contaram como foi o dia fatídico e comentaram a desclassificação Faltam apenas três dias para o fim do 32º Rally Dakar Argentina Chile. A competição começou no dia 1 de janeiro, em Buenos Aires, Argentina; local para onde retorna neste próximo sábado, após finalizar os 9.030 quilômetros que percorreu territórios argentinos e chilenos.
E como sempre, o Dakar não dá tréguas! Realizado pela segunda vez consecutiva na América do Sul, a prova se fez ainda mais difícil do que na Europa e África. Para se ter uma ideia, dos 151 motos, 25 quadriciclos, 134 carros e 52 caminhões que largaram em Buenos Aires, continuam 93 motos, 14 quadriciclos, 60 carros e 31 caminhões, registrando uma redução de aproximadamente 50%.
Só na 3ª etapa, entre as cidades de La Rioja e Fiambala, AR, 35 competidores deram adeus ao rali; e nesta estatística, cinco duplas eram brasileiras. O piloto Julio Bonache e o navegador Lourival Roldan, da Rondônia Racing, estavam neste grupo.
O regulamento da competição prevê passagem obrigatória por três pontos do percurso, e o não cumprimento, implica na desclassificação. Porém, a tração dianteira da Mitsubishi L200 EvoProm quebrou no trecho de dunas altas e areia bastante fofa, impedindo a dupla de seguir a diante. “Logo no primeiro trecho, passamos por uma região que lembrava filmes espaciais, com crateras, pedras, canyon entre pedras, e muita, mas muita areia do tipo fesh fesh. Na primeira vez que atolamos, quando descemos do carro, ficamos enterrados na areia até o joelho”, descreveu Bonache. “Foi algo totalmente diferente de tudo o que vivi nos três anos de experiência que tenho em ralis. Neste dia, entendi o que era o Rally Dakar e a razão dele ser o mais difícil do mundo. A especial tinha 182 quilômetros e conseguimos fazer 70 quilômetros. Foram 11 horas para chegar ao parque de apoio”, salientou.
O piloto conta que o roteiro entrou em um canal de rio seco, com diversas subidas e descidas e areia interminável. O local era estreito e sem espaço para embalar o veículo nas subidas e curvas de solo arenoso. “Para resumir, 60 carros não chegaram no tempo máximo, e 35 foram desclassificados por não passarem pelo posto de controle. Inclusive nós, que sem tração dianteira foi impossível continuar pelo trajeto da especial”, resumiu Bonache.
Já Roldan falou que o regulamento do Dakar é aberto e a decisão fica por conta dos comissários, conforme a especial. Não está explicitamente dito que é proibido cortar o caminho nestes casos e quanto pode-se cortar. “O regulamento do Dakar especifica que cada way point perdido tem a penalização de 1 hora e, em caso do itinerário oficial não ser respeitado, a penalidade pode ir até a exclusão. No ano passado, casos como esse ocorreram, entretanto, a organização não eliminou diversos competidores. No dia de descanso várias equipes retornarem à corrida. Neste ano, os comissários foram categóricos que não abririam exceções e não aceitariam o retorno de ninguém nos dias seguintes. Aleguei que a determinação era extremamente severa e que prejudicava principalmente as pequenas equipes e amadores, transformando o Dakar em uma prova exclusiva de grandes equipes e times de fábrica. Vários off roaders que estavam sendo impedidos de continuar, dependiam disto para conseguirem patrocínio e poderem retornar aos próximos Dakar”, detalhou o navegador. “Acredito que esta edição terá a menor quantidade de competidores à chegada dos últimos anos. Os terrenos na região são bem mais difíceis que na África. De todos os Dakar que participei, não me lembro de ter saído tantos componentes em uma única etapa”, completou Roldan, que correu no evento pela sétima vez.
Na opinião da dupla, os integrantes da Rondônia Racing estavam bem preparados. Houve poucas falhas, mas ainda sim, Roldan julga que o Dakar é uma guerra e para um combate deve-se ir com todas as armas carregadas.
Outra particularidade que chamou atenção de Roldan foi a falta de união entre os participantes brasileiros. “Poderíamos ter feito um único time para chegarmos juntos. Os brasileiros viraram concorrentes entre si e não companheiros da mesma aventura. Era cada um por si. Dentro da nossa equipe, o clima estava muito bom, e essa saída foi um tremendo balde de água fria”, analisou.
Neste mesmo dia, despediram-se do Rally Dakar Argentina Chile: Klever Kolberg / Giovani Godoy, Reinaldo Varela /Erlei Ayala, Swen Fischer / João Stal, e Sergio Williams / Rodrigo Köning. (Esporte Site)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Não foi dessa vez !

Equipe Rondônia Racing é desclassificada do Rally Dakar

A Rondônia Racing deu adeus ao 32º Rally Dakar Argentina Chile. Durante a 3ª etapa, realizada ontem entre as cidades de La Rioja e Fiambala, Argentina, a tração dianteira da Mitsubishi L200 EvoProm do piloto Julio Bonache e do navegador Lourival Roldan quebrou e encerrou o sonho da equipe de terminar o maior e mais difícil rally do mundo. Partiram para a prova 148 motos, 25 quadriciclos, 130 carros e 50 caminhões, porém, concluíram o trecho cronometrado, sem qualquer contraversão, 129 motos, 22 quadriciclos, 103 carros e 48 caminhões. "Ontem eu pude ver o que é o Dakar", disse Bonache, que fez sua estreia na competição.
"Assim que as dunas e o chão de areia entraram em cena, o rali fez jus a sua fama. Não é a toa que ele é conhecido como o ´rali mais difícil do mundo", enfatizou. O roteiro exigiu muita navegação por áreas que lembravam o cerrado brasileiro, e compunham um labirinto perfeito. Entre os obstáculos, passagens por rios secos e estradas com pedras. O percurso adentrou as regiões de dunas e chão de areia bastante fofa que, logo de cara, já se transformaram em grandes vilões. "Atolamos no mínimo 50 vezes e a tração dianteira não resistiu ao esforço e quebrou. Desta forma, andar em trecho arenoso sem tração é praticamente impossível, e não conseguimos subir as dunas e continuar", detalhou Roldan. Havia mais de 60 carros parados, e todos atolados. No início da noite, cerca de 20 veículos ainda estavam no trecho.
"Chegamos no parque de apoio, e fomos notificados de nossa desclassificação, pois de acordo com o regulamento do Dakar, ao longo de todo o roteiro temos que passar por três waypoint´s obrigatórios, e como não completamos a etapa", contou Bonache. Bastante chateado, o piloto ainda reforçou que todo time estava em perfeitas condições de continuar a prova, e voltar para a casa antes da hora é uma enorme frustração. "Não abandonamos o Dakar, fomos obrigados a sair por uma regra que não faz muito sentido". Este mesmo episódio, aconteceu em 2009 com o piloto da VW Nasser Al-Attiyah. (O Radical)

Brasileiros apresentam bom desempenho no primeiro dia de Dakar

Julio Bonache e Lourival Roldan subiram vinte posições

Os pilotos que representam o Brasil na maior prova off-road do mundo conquistaram bons resultados no primeiro dia de disputas, entre as cidades argentinas de Colon e Córdoba. A chuva reduziu a prova para 168 quilômetros para motos e quadriciclos e 199 para carros e caminhões. Thiago Fantozzi, nas motos; Sven Ficher/ João Stal, nos carros conquistaram várias posições, 39 e 22, respectivamente. O melhor brasileiro classificado no primeiro dia foi Maurício Neves/ Clécio Maestrelli, da equipe Volkswagen. A dupla garantiu a décima posição no final, após largar em 13°, com o tempo de 2h18min23. “A primeira etapa do Dakar foi muito parecida com a Serra da Canastra, com muita pedra nas laterais e um sobe e desce alucinado. Começamos com muita cautela para entender a planilha do organizador, saber se uma cureca é uma mesmo”, disse Maurício em seu Twitter.
Em 15°, recuperando oito colocações, Guilherme Spinelli/ Filipe Palmeiro foram a segunda dupla brasileira melhor colocada, totalizando 2h22min03, aproximadamente 10 minutos atrás dos vencedores, Nani Roma/ Michel Perin.
Ainda nos carros, Julio Bonache/ Lourival Roldan subiram vinte posições e terminaram aprova em 34°, com o tempo de 2h39min33. Reinaldo Varela/ Erley Ayala, apesar da 50ª posição final, chegaram a estar algumas posições mais a frente, mas concluíram a prova com o tempo de 2h51min47. Varela se mostrou animado com o começo da prova “Conseguimos terminar o primeiro dia sem parar nenhuma vez, o que já é um bom começo para um rali tão difícil. O carro está perfeito, só vai precisar lavar e já está pronto”, disse o piloto. Sven e João, que subiram 39 posições no primeiro dia, terminaram o percurso em 2h55min45.
A dupla foi a penúltima entre as brasileiras a largar e conseguiu o melhor desempenho neste sábado. Somente Klever Kolberg/ Giovanni Godoi cairam na classificação, de 33° para 58° lugar. O peso do veículo foi um dos "contras" no primeiro dia de prova. "Até por causa da quantidade de etanol no tanque, estamos até 400 quilos acima do peso, então será impossível buscarmos alguma performance, até porque em trechos como o que enfrentamos hoje, bastante sinuosos, os freios são muito exigidos; e com o peso do carro, eles sofrem bastante", declarou o piloto.
Jean Azevedo/ Emerson Cavassin completaram a prova em 123° (5h06min49) e Sergio Williams/ Rodrigo König ainda não completaram a especial.
Motos e Caminhões - Cinco brasileiros competem na categoria Motos do Rally Dakar e o melhor colocado foi Thiago Fantozzi, que recuperou 39 posições e chegou em 35°, com o tempo de 2h07min06, 16min24 do vencedor David Casteau. Carlos Ambrósio chegou duas posições depois de Fantozzi, com apenas 34 segundos de diferença. Rodolpho Mattheis foi o único que encarou problemas com seu equipamento, que o fez perder uma colocação importante na prova. O brasileiro terminou na 55ª posição, com o tempo de 2h11min07. “Ainda estou me adaptando à nova suspensão da moto. De repente, quebrou o amortecedor traseiro. Com esse problema, a estabilidade da moto ficou comprometida”, disse o piloto. Bernardo Bonjean também merece destaque para as 46 posições conquistadas, com o tempo de 2h25min39 e a 66ª posição para a largada deste domingo. Vicente Neto ficou com a 107ª colocação, com 2h38min58.
O único representante brasileiro nos caminhões, André Azevedo/ Maykel Justo/ Mira Martinec perderam duas posições e ficaram em 7°, com o tempo de 2h47min23.(Webventure)

Pilotos preveem virada do ano simples


O piloto Júlio Bonache e o navegador Lourival Roldan terão uma passagem de ano bastante discreta. A dupla que disputará o Rally Dakar a bordo de um carro está focada exclusivamente na prova e pretende apenas jantar.
“Vamos a um restaurante e comemoramos o Ano Novo de uma forma breve”, conta Roldan, que já se habituou a viradas de ano bem simples. “Logo após a meia-noite, vamos dormir, pois acordaremos bem cedo para o briefing, a largada promocional e o deslocamento inicial”, acrescenta o navegador. Tal esforço se justifica. O primeiro deslocamento é de 300 quilômetros. “Será um primeiro dia bem cansativo”, prevê Bonache, que estreia no Dakar com a experiência de quem compete nos ralis brasileiros há três anos.
A dupla, que já está na Argentina, gasta as últimas horas do ano cuidando de pequenos detalhes. “Estamos checando a lista dos equipamentos de emergência, como sinalizadores, espelho, bússola, isqueiro, primeiros socorros e demais itens. São ferramentas e peças essenciais para quebrar um galho em caso de uma pane”, avisa Roldan, que competirá pela sétima vez no Dakar.(Webventure)

Rally Dakar - Conheça a picape de Julio Bonache e Lourival Roldan

No total, serão 9.030 quilômetros entre a Argentina e o Chile, com 4.810 quilômetros de especiais para Carros e Caminhões. É muito chão para ser percorrido em alta velocidade, por estradas com os mais variados tipos de obstáculos. Tudo o que se puder imaginar de dificuldades off road, o Rally Dakar Argentina Chile oferecerá em dobro. Então, para suportar todos os contratempos que surgirem pelo meio do caminho e conquistar uma boa posição, é preciso ter experiência, equilíbrio, e o mais importante, um bom equipamento. Para encarar o maior rali do mundo, que acontece de 1 a 17 de janeiro, o piloto Julio Bonache e o navegador Lourival Roldan contam com L200 Evo, fabricada pela Mitsubishi Motors do Brasil e preparada pela ProMacchina.
"O desempenho do carro é admirável. A picape recebeu ajustes e profundas modificações, que a tornaram ainda mais diferenciada. Rebatizada para EvoProm, o veículo foi desenvolvido com características exclusivas para obter o melhor desempenho nas trilhas", declarou Bonache. O motor é Mitsubishi 3.2 diesel, 16 válvulas com duplo comando de válvulas no cabeçote, alimentação por bomba mecânica do tipo rotativa, turbo roletado BorgWarner, coletores de escapamento e admissão ProMacchina, pistões especias Mahle. Possui câmbio Sadev sequencial de seis marchas, com caixa de transferência acoplada e diferencial central autoblocante mecânico com deslizamento controlado. Para os 15 dias de corrida, onde todo o conjunto será levado a condições extremas de resistência, a L200 EvoProm recebeu: "sistema de compressor de ar para calibrar os pneus, uma vez que na areia é comum baixar a pressão; um sistema de guincho elétrico; maior número de placas de desencalhe; sistema de macaco hidráulico fixo, para maior facilidade para troca de pneus e também para desencalhar; pás; nova calibração das molas de suspensão, por conta do maior peso; nova calibração do motor, com menor potência para poder suportar o uso extremo e ajustes para menor emissão de fumaça", detalhou Roldan. (360 Graus)

Estão inscritos 140 carros, e o objetivo da dupla é conquistar no mínimo a 20ª posição na Geral, e a vitória na categoria Estreante, para o piloto. Bonache faz sua estreia na competição, ao lado do já veterano Roldan, que contabilizará sete participações em 2010. Além dos carros, garantiram participação 161 motos, 29 quadriciclos e 52 caminhões.
Ficha técnica Motor: Mitsubishi 3.2 diesel e 16 válvulas com duplo comando de válvulas no cabeçote, alimentação por bomba mecânica do tipo rotativa, turbo roletado by Borgwarner, coletores de escapamento e admissão by ProMacchina, pistões especiais by Mahle
Embreagem: multidisco de acionamento hidráulico
Câmbio: Sadev sequencial de seis marchas, com caixa de transferência acoplada e diferencial central autoblocante mecânico de deslizamento controlado
Diferenciais: dianteiro e traseiro com autoblocante mecânico e relação by ProMacchina
Freios: a disco ventilado com 320 mm de diâmetro na dianteira e na traseira, pinças italianas da Tarox com dez pistões na dianteira e seis na traseira, circuito duplo independente com ajuste de carga para as rodas traseira e sistema de freio de mão hidráulico
Sistema de direção: original Mitsubishi com sistema de desmultiplicador de curso by ProMacchina
Pastilhas de freio: EBC Brakes
Sistema de refrigeração: ProMacchina com radiador montado na parte traseira do carro Sistemas de refrigeração de óleo dos diferencias: by ProMacchina
Amortecedores: Ohlin com três vias de regulagem e sistema de Bump Stop hidráulico
Molas: Eibach
Rodas: TSW Pneus: Scorpion Rally fase III by Pirelli
Chassi: Tubular, conforme regulamento FIA Tanque: de 400 litros conforme regulamento FIA, construído em borracha antichamas com capacidade para até 400 litros de combustível
Curso de suspensão: de 250 mm conforme regulamento FIA Comprimento total do veículo: 2 metros
Peso: 1.975 kg, conforme regulamento FIA Sistema de ar condiciondo para piloto e navegador: by ProMacchina Potência: 270 cv, com torque de 80 kgfm.(360 Graus)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Minha participação no 1º Rally Berohokã

O Rally Berohokã estreiou fazendo muito bonito. Em sua primeira prova fez o que muitos levaram anos para estruturar.

Aproveitando o que tinha de melhor em cada área, de cada profissional, dos locais por onde passou, das parcerias que realizou, o Berohokã agradou a todos, competidores, organizadores, patrocinadores, moradores e apoiadores.

Onde passou foi uma alegria. Tivemos a colaboração dos diversos municípios que passamos e fomos recebidos com muita alegria. Na chegada a festa em São Félix do Araguaia/MT, com teatro de marionetes falando da preservação dos animais e do rio Araguaia cativou crianças e adultos que recebem os competidores do primeiro ao último com muito entusiasmo.

As trilhas agradaram, tendo a dificuldade certa ao tamanho da prova, sendo ajudada pela chuva, aumentando a adrenalina. O belo visual foi elogiado pelos participantes, que demonstraram ansiedade pela próxima prova.

A organização mostrou muito jogo de cintura resolvendo os problemas antes de chegar aos competidores. o Desvio no final da prova transformou-se em diversão, comprovando o alto astral.

A logística e apoio aéreo cumpriram um importante papel na segurança e na geração das belas imagens da trilha. A atenção e espaço dado a imprensa foi primordial para a divulgação do evento.

A cronometragem e apuração foi o supra-sumo do momento, utilizando os melhores recursos disponíveis e superando as expectativas, entregando as parciais enquanto os competidores passavam pelo arco da chegada.

O troféu também foi um espetáculo inovador, premiando todos com a água do rio Araguaia.

Ficou a saudades, a admiração pela grande estrutura, tudo funcionando e a vontade de começar de novo e fazer em câmera lenta para reaproveitar cada segundo. Que venha 2010 para aplacar nossa ansiedade pelo 2º Rally Berohokã.